Eu sempre fui alguém que observa antes de falar e no design, isso virou uma vantagem: entender o cliente antes de qualquer rascunho. Entender o que ele quer e, principalmente, o que ele precisa.
Com o tempo, percebi que minhas melhores soluções nascem desse olhar atento, da capacidade de enxergar padrões, intenções, histórias.
Desde criança, eu me encantava com tudo o que combinava. Com marcas que tinham ordem, propósito e personalidade.
Desde cedo, me atraí por marcas com ordem, propósito e personalidade. Eu ainda não chamava isso de identidade, mas já estava atento à forma como algo é percebido, lembrado e desejado.
Hoje, meu trabalho começa exatamente aí: no encontro entre estética e estratégia.
Criar uma identidade visual não é apenas causar uma boa impressão, mas dar forma a algo que funcione no mundo real, com consistência, intenção e sentido ao longo do tempo.
Design, pra mim, é conversa profunda. É ouvir com calma, conectar o que parecia solto e traduzir ideias em forma, ritmo e clareza.
No fim, é simples: entender tão bem alguém a ponto de sua marca dizer, com precisão e verdade, aquilo que sempre esteve ali.
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